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* pina bausch, inês de castro meus arquivos vivos
julho 2009 BLOGS BRASIS
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01 julho, 2009pina bausch, inês de castrosabe, deveria ter falado sobre o quanto ela me emociona há mais tempo. e me como não é verdadeiro o ditado "inês é morta"!, inês, uma galêga nobre, que youtube, cenas de pina bausch em dança.
30 junho, 2009
30 abril, 2009romeiros de nhá chica inauguram amanhã praça do peregrino
Em 1999, como recreação e por conhecerem as histórias da Compostela, o atual Secretário Municipal de Serviços Urbanos da Prefeitura de São Lourenço, Sidney Villamarim Cabizuca, e o administrador de empresas, João Vitor Gorgulho, fizeram a caminhada pelo trajeto. Tiveram então, a idéia em transformá-la em projeto para divulgar a obra e os milagres de Nhá Chica com processo de beatificação em andamento, no Vaticano. A primeira caminhada foi em comemoração dos 25 anos do ciclo de formação cristã e participaram cerca de 700 pessoas. A última, do ano passado, participaram cerca de 1500 peregrinos. PRAÇA DO PEREGRINO
Conta Sidney que os peregrinos caminham 33 quilômetros até chegar ao Santuário onde está enterrada Nhá Chica. O percurso é integrado à Estrada Real. “Foi escolhido o dia primeiro da maio, comemoração do dia do trabalho no Brasil, para esta caminhada porque muitos dos que buscam as graças de Nhá Chica rogam por um emprego. Concluímos que a data era compatível com a peregrinação.” Neste dia, será inaugurada a Praça dos Peregrinos e nela, uma capelinha para Nhá Chica, com a participação da Fundação que leva o nome da futura Beata, iniciativa de Verônica Paiva Pires, proprietária do Sitio Primavera, em Caxambu, que motivou os criadores e plantadores da localidade, além de vários empresários que doaram material de construção. Por meio de vales, montanhas, estradas rurais, atravessando a Estrada Real, passando ao lado de fazendas, os peregrinos repetem o que fazia Nhá Chica – que visitava os mais humildes para levar palavras de carinho, alimentar os pobres e cuidar de doentes. Há vários relatos de curas. A 11ª Peregrinação à Nhá Chica será no dia primeiro de maio, às 5 horas da manhã, da Igreja Matriz de São Lourenço (Av.D.Pedro II) e da capelinha da Nhá Chica (Anel Rodoviário, bairro Nossa Senhora de Lourdes), em São Lourenço. Tem chegada marcada ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição, em Baependi, onde haverá missa às 13 horas. Às 10 horas da manhã será inaugurada a Praça do Peregrino.
AQUI COMO LÁ Santiago de Compostela é considerada como Jerusalém e Roma um dos lugares de peregrinação mais importantes do mundo. A maioria dos peregrinos utiliza o Caminho Francês, que começa em Roncesvalles ou em Saint Jean Pied de Port, saem de diversos países e caminham até chegar à Catedral de Santiago de Compostela, considerada um dos pilares do cristianismo, passando através da Espanha. Muitos dos moradores que se fixaram no Sul de Minas Gerais, nas cidades de São Lourenço e Caxambu, vieram da Galiza, da Espanha e trazem consigo além da história e da tradição de fé do local de origem a memória de um passado que hoje, no presente é a nossa história do Brasil. Que continua a ser escrita em romarias como a de Nhá Chica. Valéria, da assessoria de imprensa da Prefeitura de São Lourenço conta que “embora o Vaticano ainda esteja examinando o pedido de beatificação, Nhá Chica é venerada na região, por moradores e turistas, desde a descoberta das águas minerais, em fins do século XIX. Francisca de Paula chegou em Baependi criança e logo ficou órfã. Desde cedo seguiu os conselhos da mãe e cresceu fazendo caridade.
22 abril, 200948º edição do Salão Internacional do Móvel de MilãoA cadeira Nexoo, do designer carlos simas estará na 48º edição do Salão Internacional do Móvel de Milão, na Itália, de hoje a 27 deste mês de abril. Ela é feita com 16 peças encaixadas de angelim e jatobá. Estará exposta no Palazzo Afferi durante o Fuori Salone, evento paralelo ao Salão Internacional do Móvel de Milão, uma parceria do Governo do Estado do Rio de Janeiro, do SEBRAE_RJ e do PROMOS – Câmera do Comércio de Milão.
17 abril, 2009de caxambu para milão
SIMAS LEVA NEXO AO SALÃO DO MÓVEL EM MILÃO O HOMEM QUE PLANTA PAISAGENS E COLHE IMAGENS
Fazenda de colheita de imagens é a fonte alternativa de produção rural que Carlos Simas, 56 anos, designer gráfico e de produtos introduz no entendimento do mundo produtivo e participativo. Um dia faltou prego, parafusos, ligas essenciais para fixar um ponto a outro e montar uma escora, daí surgiu o encaixe. A família morava longe . Era tão longe que , na ausência do essencial para a civilização ocidental, Simas, através de encaixes reinventou bancos, cadeiras, mesas, com madeira, papelão; além de enxergar a imagem a ser recolhida e processada. “Introduzimos no último Congresso Interamericano de Reservas Privadas o conceito 'Uma Fazenda Produtora de Imagens', onde procuro estabelecer a 'colheita' de imagens como uma ação regular em uma fazenda preservacionista”, explica Carlos Simas. IMAGENS COLHIDAS NA FAZENDA E SUA APLICAÇÃO Paisagem da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), no maiô floresta, publicado na revista Veja. Veste Débora Nascimento. A flor, endêmica, da reserva reproduzida na bermuda (vitrine da Blue Man Ipanema)
Hoje , explica Carlos Simas, dispomos de um banco de fotos capaz de fornecer imagens tanto para pesquisas científicas quanto para aplicação em produtos. Além de colaborar na sustentabilidade da RPPN, propõe a estética da mata atlântica entre os 'objetos de desejo' do consumidor, estabelecendo uma sutil ação ambiental através da moda... Este conceito é o eixo do Plano de Manejo de nossa Unidade de Conservação, que está sendo elaborado com apoiado da The Nature Conservancy. Meu filho Nemo é o fotógrafo e o responsável por todo o banco de imagens.” Ele, a mulher Lucia e os filhos, que cresceram fora do tumulto das grandes cidades, carregam nos olhos a visão do paraíso perdido pelos humanos. Não foi fácil a conquista, mas saíram dos primeiros embates ricos em vivência.
SILÊNCIO E PAISAGEM Carlos Simas que mora há 15 anos na cidade de Caxambu, sul de Minas Gerais, morou com a família durante alguns anos, - estes em que fabricou móveis com encaixes, e visualizou as paisagens que posteriormente foram colhidas - na RPPN da Mitra do Bispo. Começou a desenhar móveis em 2008 por sugestão de Sergio Rodrigues, que, como ele conta, “conheceu alguns trabalhos meus em jogos de encaixe. De lá pra cá, desenvolvi essa linha que tem se destacado como ecodesign e tenho sido convidado a expor."
A cadeira Nexo estará na 48º edição do Salão Internacional do Móvel de Milão, na Itália, de 22 a 27 deste mês de abril. Ela é feita com 16 peças encaixadas de angelim e jatobá. Estará exposta no Palazzo Afferi durante o Fuori Salone, evento paralelo ao Salão Internacional do Móvel de Milão, uma parceria do Governo do Estado do Rio de Janeiro, do SEBRAE_RJ e do PROMOS – Câmera do Comércio de Milão.
ERRE PE PE ENE Simas explica que a RPPN é uma Unidade de Conservação de caráter perpétuo! A relação da família com aquele ambiente é permanente e envolve uma dose de profundo amor pelo local, incomum em projetos ambientais técnicos, formais. "O que propomos é como uma empresa familiar ou uma agricultura familiar, o ambientalismo familiar. Quando decidi sair do Rio, há 30 anos, já vinha movido pela sensação do caos que se prenunciava para os grandes centros. Quando vi a ameaça que uma madeireira representava com a iminente destruição de uma pequena e preciosa floresta, percebi que a solução mais rápida era a compra da propriedade. As conseqüências disso foram definitivas em todas as áreas de nossas vidas, desde as dificuldades para manter o sustento até os aprendizados em uma opção de vida tão diferente de nossas origens. Morando a quilômetros do vizinho mais próximo, sem eletricidade e meios de comunicação, ao lado dos trabalhos básicos inerentes a esse modelo de vida, minha formação de designer me levou a buscar soluções e mecanismos viáveis para uma vida equilibrada e construção de uma família. Nossa RPPN envolve a face norte da Mitra do Bispo, rocha imponente que é marco da divisa e encontro dos municípios de Aiuruoca, Alagoa e Bocaina de Minas, no estado de Minas Gerais .”
CAMINHO DA ROÇA Carioca de Ipanema, estudou no Instituto Militar de Engenharia (IME), e na Escola Superior de Desenho Industrual (ESDI). Sua mulher, Lucia, fez artes no Colégio Bennet. Os dois, com formação em design e artes trabalham onde moram. Desde que compramos a área da RPPN, meu design se voltou para a busca de meios de sustentabilidade em uma floresta intangível.
Tive matérias recentes tanto sobre as ações ambientais quanto sobre meu design publicadas na Kaza Design, ARC Design, Planeta, Horizonte Geográfico, Veja Rio, e no programa Reporter Eco/TV Cultura entre outras. A LINHA NEXO, COM NEXO Simas usa " bastante madeira de demolição e reaproveitamentos. Compro aqui mesmo na região. Estou estabelecendo contato com fornecedores de madeira certificada FSC para uma produção maior ( já montei a “cadeia de custódia” FSC/Imaflora em minha oficina mas estou readaptando ao modelo atual). Conseguindo vendas expressivas, meu plano é que as peças sejam fabricadas inteiramente em áreas de manejo florestal oficial e enviadas desmontadas direto ao consumidor, favorecendo as comunidades produtoras e reduzindo os custos ambientais. O papelão é reciclado. Um de meus fornecedores é o Irmãos Siqueira, usina de reciclagem em Passa Quatro.
"Vou falar em dois valores, o meu para lojista e o preço que a loja de design do MAM-RJ faz para o público (eles são hoje meus representantes de venda) Banco caipira atacado R$ 100,00 loja R$ 178,00 O banco de papelão é produzido em gráfica e por enquanto só faço por encomenda. O sul de Minas Gerais tem uma característica peculiar; se não fabrica atrai para a região grande criadores. É o caso de Carlos Simas e de sua esposa, Lucia. Mas influencia sempre.
08 abril, 2009procissão do encontro
a procissão do encontro começou com os homens saíndo de um canto levando pequenas capelas são montadas em portas de lojas ou de casas pelas ruas,
a liturgia é bonita, a cerimõnia, os significados e os significantes toca .não o interessante é que as pessoas vão seguindo. há um magnetismo forte que carrega as pessoas em passo lento, mas contínuo, atrás da procissão atá a igreja de nossa senhora dos remédios que ganhos luzes verdes na fachada.
07 abril, 2009a dkw de renato arantes e a rua augusta
paulo renato arantes é de caxambu, ama dkw e promove, todos os anos, na cidade encontro de carros antigos. em setembro teremos um encontro. Portal Autoclassic, no mês de abril orgulhosamente homenageia um Jovem que muito se dedica ao antigomobilismo no Brasil. Apresentação Sou Paulo Renato Arantes, técnico em informática, natural de Caxambu (MG), nascido no dia 18 abril de 1979. Há 10 anos estou no mundo do antigomobilismo, mais especificamente no mundo do DKW. Desde quando essa sua paixão por veículos antigos apareceu em sua vida? Desde criança tenho paixão por carros, cresci no meio deles. Meu pai trabalhava com compra e venda, tinha um estacionamento e um lava-rápido. Por capricho do destino, carros dos anos 60 e 70 tivemos quase todos, menos o DKW. Quem te apresentou a este mundo ferruginoso? Acho que foi por vocação mesmo! Minha família e amigos não tinham esse hobby. Conheci você no meio de eventos DeKaWeanos alguma preferência por esta marca? Sim, me apaixonei pela história do DKW. Foi um dos carros mais significativos da indústria automobilística brasileira, além de ter sido o primeiro automóvel fabricado no Brasil. Foi o único em que usava motor de dois tempos de três cilidros, e tecnologias que estão sendo utilizadas em modelos atuais como a tração dianteira e o sistema de embreagem semi-automática. Não posso deixar de lembrar também que seu espírito esportivo despertou meu interesse, pilotado por ases como Bird Clemente e Marinho, derrotando carros muito mais possantes. De onde vem esta paixão pelos DKWs? Pela história da marca e pelos amigos que fiz. Seu primeiro carro antigo, qual foi? Pode falar um pouco sobre ele para nossos leitores? Em 1999 decidi comprar meu primeiro carro. A ideia inicial era um Uno, mas descobri aqui em Caxambu um DKW Belcar Rio 1965 e não pensei duas vezes, comprei o carro em pleno carnaval. Minha ideia era colocar uma mecânica de Gol no Belcar, mas fui conhecendo a história do carro e da marca e fui me apaixonando pelo carro. O que representa o antigomobilismo em sua vida? O antigomobilismo é parte importante em minha vida, foi através dele que conheci grande parte dos amigos que tenho, além de dar minha contribuição para preservação da história da máquina que marcou época e tendências. A idéia do famoso site DKW – www.dkw.com.br surgiu de quem? Porque? O site nasceu de uma necessidade! Por aqui ninguém conhecia nada do carro e como trabalho com internet fui tentar achar alguém que pudesse me ajudar, mas a tentativa foi em vão. E assim, em 2000 registrei o domínio dkw.com.br e comecei a fazer o site. A partir daí conheci várias pessoas que me ajudaram a divulgar informações da marca. Entre elas posso citar: Ricardo Prado, Jason Vogel e José de Mattos e jornalista Flavio Gomes, que é o responsável pelas matérias do site.
Que experiência isto te trouxe? Através do site aprendi muito. Conheci a história do DKW, aprendi um pouco da mecânica do carro, tive o prazer de fazer muito amigos pelo Brasil, além de ter a oportunidade de conhecer grandes nomes que fizeram parte na história do DKW, como o saudoso Jorge Lettry, os grandes pilotos Marinho, Jan Balder e Bird Clemente, entre outros. Quais foram seus gurus no meio DeKaWeano? Infelizmente não posso citar todos mas alguns deles são: Dr. Helio Marques, que sempre tem uma solução para tudo, Helio Da Cunha, que sabe muito de detalhes, o Carlos Zavataro, que me ensinou muito sobre Malzoni e Puma…
No ano de 2000, aluguei meu carro para uma filmagem com o Fabio Assunção, “Duas vezes com Helena”. Foi um barato! Cidade pequena, já viu né? Parou a cidade para ver as filmagens, E depois que acabou muita gente veio me pedir informações sobre o carro, que carro era, onde eu comprei etc. Paulo Renato, Gostaria que você falasse uma pessoa em especial na sua vida DeKaWeana… ? Tem muitas pessoas importantes, mas sem dúvida a primeira a ser citada é o Flavio Gomes. Em 2001/2002, conheci o Flavio, o cara mais louco por DKW que conheço. Como jornalista, passou a escrever todos os textos e matérias do site, mas a loucura estava apenas começando, pois em 2003, juntos, realizamos o 1º Blue Cloud, o encontro que neste ano vai para sua sétima edição e é conhecido por todos que admiram a marca. Começou aqui em Caxambu, depois foi transferido para uma cidade próxima, Pouso Alto, no Hotel Serraverde, de 2004 a 2007. O Carlos André, dono do hotel, também é muito importante na história do Blue Cloud. Sobre o famoso e já tradicional, Blue Cloud… Tive o prazer de participar ano passado – 2008 e gostei muito do evento. Você como um dos organizadores, tem alguma novidade para este ano de 2009? Sim, teremos novidades como todos os anos. O Blue Cloud é um evento feito com amor e sem fins lucrativos, formamos uma comissão organizadora ou “desorganizadora”, ainda não sabemos. Não temos uma empresa ou um profissional em realização de eventos. O Blue Cloud é feito por participantes do evento, o que dá um ar mais intimista ao encontro. Neste ano voltaremos a fechar com um único hotel onde serão realizadas todas as atividades, como workshops, palestras, apresentações de vídeo, e assim voltaremos a reunir nossas famílias por quatro dias de muita diversão e amizade. Se você quiser fazer um convite aos leitores do AutoClassic, esteja a vontade… Gostaria de convidar a todos para participar do Blue Cloud 2009, que será realizado no mês de setembro, em Caxambu. Optamos por Caxambu, pois foi aqui que tudo começou e a cidade oferece uma infraestrutura para o evento, possui um parque de águas belíssimo, é o lugar ideal para um encontro desses.
Paulo Renato sabemos que sua paixão pelo DKW é grande… Porque isso? O convívio com o meio e este veículo te trouxe algo de positivo? O que? Hoje posso falar que o DKW me deu grandes amigos, somos quase uma família. Esse é o grande barato do antigomobilismo, conhecer pessoas diferentes que jamais a gente iria conhecer se não fosse nossa paixão em comum, o carro. Paulo Renato, vamos supor que alguém do Brasil ou até mesmo do exterior queira fazer parte da comunidade DeKaWeana Brasileira. O que esta pessoa deve fazer? Existe algum meio para conviver na Internet? Os interessados devem entrar em contato pelo site: www.dkw.com.br, pelo orkut http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1269805 yahoo grupos http://br.groups.yahoo.com/group/dkwvemag/
Paulo Renato, por ventura você tem alguma prioridade antigomobilística? Gostaria de falar sobre? Gostaria que você como Jovem antigomobilista homenageado, deixasse uma mensagem para nossos leitores. Gostaria de deixar um abraço a todos os amigos e admiradores do antigomobilismo e em especial aos amigos do Blue Cloud, é com muito honra e satisfação que faço parte dessa família. Membros da Nação DeKaWeana reunidos no Evento onde
Renato, só uma curiosidade que ficou… Pedi para você escolher sua música preferida para esta homenagem. Agora me diga, porque Rua Augusta?? Pela letra, observe… Deixa claro que o carro é um DKW (risos) ” Meu carro não tem breque
06 abril, 2009terremoto
Location with respect to nearby cities:
no exato segundo de um tempo que aparece no relógio o twitter dz que Twitter is currently down for unscheduled maintenance.
04 abril, 2009o barquinho
maysa e elis regina em o barquinho de menescal. catado no fábio, iluminado, nosso caryoker
01 abril, 2009sem querer, urbanamentecongonhas à noite, vista da janela do hotel que mais gosto por lá, o casa grande.
pensar que a china moderna foi construída a partir de um game, sin city, onde os grandes espaços são privilegiados, me empolga, principalmente se cotejo com a cidade medieval e as nossas, embasadas naquelas: estreitas ruas, amontoadas casas, poucos jardins, muitos mercados, postos de vendas e trocas, como se vê em outros games, age of empires ou cesar, e nas projeções para o futuro, como em blade runner etc.... tudo porque as cidades nasceram do medo. a partir do medo da morte, de ser subjugado por conquistadores, os seres humanos inventaram seus conglomerado onde não seria possível a privacidade pois ela remete ao reconhecimento de nossa finitude. e mais, a família que constitui a cidade provê sua subsistência e sobrevivência e possibilita a inclusão, fazemos parte de... e isto permite que nos reconheçamos como um todo, do qual somos parte, olha o paradoxo. depois, passei no 100 querer e vi que a moça tá praticando a diagramação de um folder sobre as cidades históricas de minas e mareja-se a cada visita "ao adro do Santuário de Bom Jesus do Matosinho a cidade e seu traçado medieval de casas empilhadinhas, ruelas de andar a pé, bares, mercados, postos de trocas e comidas, tudo de uma cidade que sempre trás a sensação de periferia e gente humilde do chico buarque. o contraste com os hotéis de luxo, carésimos, não em congonhas mas em tiradentes, e as crianças descalças pelas ruas de ouro preto a levar os turistas ao hotel que lhes garanta e à familia, a refeição do dia seguinte, com um trocado qualquer. pra luci esta foto que fiz de noite quando eu e a ana fizemos o caminho da estrada real, pela segunda vez, parando em cada esquina, e estávamos cansadas e empoeiradas de dar dó.
mesmo cansada pois há mais de 2 horas tento postar com esta conexão de rodas quadradas.
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